Eu tentei fazer um blog com textos pertinentes, que promovessem reflexão, que fossem bem escritos, com toda aquela fluência que me foi ensinada, talvez na tentativa de fazer as pessoas reconhecerem todo o meu brilhantismo. Só que não deu muito certo. Primeiro porque boas idéias (quase) todos nós temos, só que escrever alguma coisa interessante é outra história; até mesmo pra quem tem bastante intimidade com as palavras.
Desde o início eu queria um lugar onde eu pudesse sempre escrever, qualquer coisa, de qualquer jeito. Só que tendo um blog em que você quer só coisas ótimas, não tem como escrever sempre. (Estou me repetindo). Enfim, errei no caminho. A proposta agora é outra. Quero escrever qualquer porcaria que me der vontade. E vou fazer outra coisa que eu nunca fiz: vou divulgar.
Isso requer incentivo. Portanto, se você for uma das pessoas a quem eu pedi pra dar uma olhada aqui de vez em quando, comentem. Nem pra dizer que acharam uma merda. Mentira, eu vou ficar triste se alguém disser isso.
Well, vamos tentar. Não custa nada, nada mesmo.
Beijos gordos.
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
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2 comentários:
e assim, segui lendo de baixo para cima, ordem que geralmente faz mais sentido nos blogs, pois vi que algumas postagens não me são novas, como a de “No reservado” – que é fantástica – e a de “Do outro lado da rua” – que também é ótima, apesar de muito machista rs – e percebi que decerto houve tal maturidade na produção de textos a ponto de nossa querida autora escrever com fundamento sobre qualquer assunto, seja construído ou acontecido. Talvez a maturidade venha das influências sociais externas e da vida acadêmica com produções regradas e quase forçadas. Talvez a maturidade surja do nada, esperando somente a hora certa de brotar em cada pessoa. Ou talvez a maturidade seja algo tão subjetivo que apenas a mudança de visão do mundo altere completamente os conceitos dos indivíduos...
Ps: Deixe de ser humilde e pare de falar que precisa do incentivo de alguém para fazer alguma coisa. Esse papo de menina envergonhada não cola... rsrsrs.. Mais uma: se você pode usar a palavra “merda” eu também posso... MERDA pra você!... no mais sincero e profundo sentido teatral que essa palavra possa ter..
Amo Caio Fernando Abreu, função mãe, preocupação com crianças excepicionais...alguém com esse gosto, pode escrever as bobagens que quiser, as suas, as nossas, bobagens mais sinceras...
beijos Yana Campos, aquela da infância...
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